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domingo, 10 de março de 2013

A expansão imperialista na África

Alguns fatores eram utilizados para justificar o imperialismo no continente africano, como:

- Darwinismo social;
- Comerciantes, conquistadores e teóricos ressaltavam uma suposta selvageria dos povos da África;
- Impunham a ideia de que o homem africano era incapaz de produzir cultura e história;
- Discurso civilizador.

O início da ocupação do continente africano se deu no século XV e tratou-se de uma ocupação militar dos europeus nas regiões costeiras da África, usando-as como base para o comércio do ouro, marfim, escravos e como áreas de reabastecimento para as embarcações das chamadas “grandes expedições”. No século XIX os Europeus avançaram para regiões mais interiores do continente.

A resistência que marcou o continente africano a partir do século XV esteve muito relacionada com as fugas diante da escravização de muitos africanos. 
Exemplos de resistência coletivas à escravidão:
- Fugas após o aprisionamento;
- Durante as marchas dos limbandos;
- Nos mercados e embarques, quando empurrados para os tumbeiros;
- Durante as viagens e nos desembarques;
- Nas unidades escravistas com a organização de quilombos e revoltas constantes.

Como mencionado anteriormente, durante a Revolução Industrial as nações europeias avançaram para o interior da África, dividindo-a em regiões e determinando fronteiras desordenadamente, conforme desfecho de suas disputas imperialistas.
As populações locais resistiram a invasão dos europeus, o que fez com que os colonizadores buscassem aliados estimulando discórdias entre as tribos.

Os invasores da África (gostaram do termo?) conquistaram o apoio de alguns chefes locais, peça fundamental para expansão do imperialismo na África. 

 A nova onda de inovações tecnológicas  da chamada segunda revolução industrial favoreceram os europeus (ex: Quinino, telégrafo, estrada de ferro,armas, etc.), tornando a expansão colonial mais viável e lucrativa.

Movimentos de resistência na África:

Argélia – chefe Abd-el-Kader - resistência por dez anos ao exército francês.


Senegal - Reações de resistência devido a invasão dos franceses.Quando o Senegal foi proclamado independente, em 1960 - por conta de um apelo feito por Léopold ao então presidente da França Charles de Gaulle - Senghor foi eleito por uma unanimidade presidente da nova República, vindo a desempenhar o cargo ate final de 1980, graças a reeleições sucessivas.



Reino Ashanti - Osei Tutu foi o fundador e o primeiro rei da nação de Ashanti.


Saara - Nômades tuaregues montados sobre camelos, mostraram ser guerreiros difíceis de vencer.


África do Sul - Colonos bôeres (descendentes de holandeses), resistiram aos ingleses e chegaram a um acordo, dividindo o país com eles e criando um sistema de segregação racial.


Etiópia - O  Reino da Etiópia enfrentou os italianos e conseguiu manter sua soberania por meio de um tratado no qual fazia diversas concessões. O reinado de Haile Selassie como Imperador da Etiópia é o mais conhecido e talvez o mais influente na história da nação. Ele é visto como a encarnação de Jah, pelo Movimento Rastafari.




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